Internet das coisas na prática

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Internet das coisas na prática

dezembro 12, 2023
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A internet das coisas (IoT, do inglês Internet of Things) é um conceito que se refere à conexão de objetos físicos com a internet, por meio de sensores, dispositivos, redes, softwares, etc., que permitem a coleta, o processamento, o compartilhamento e a análise de dados. A internet das coisas na prática possibilita a criação de soluções inteligentes, automatizadas, personalizadas e integradas, que podem melhorar a qualidade de vida, a produtividade, a eficiência, a segurança, a sustentabilidade, etc., em diversos setores e áreas da sociedade.

Neste artigo, vamos explicar o que é a internet das coisas na prática, como ela funciona, quais são as principais aplicações e benefícios, e quais são os desafios e as tendências para o futuro.

O que é a internet das coisas na prática?

A internet das coisas na prática é a aplicação do conceito de internet das coisas em situações reais, que envolvem objetos, pessoas, processos, serviços, etc., que se comunicam e interagem entre si por meio da internet, gerando e trocando dados que podem ser usados para diversas finalidades.

A internet das coisas na prática pode ser entendida como uma evolução da internet tradicional, que conecta apenas computadores, celulares, tablets, etc., para uma internet que conecta qualquer tipo de coisa, desde eletrodomésticos, carros, roupas, relógios, até máquinas industriais, sensores ambientais, dispositivos médicos, etc.

A internet das coisas na prática pode ser dividida em quatro categorias, de acordo com o tipo de comunicação e interação que ocorre entre os objetos e as pessoas:

  • Internet das coisas de consumo: é a categoria que envolve os objetos e dispositivos que são usados pelos consumidores finais, como os eletrodomésticos, os carros, as roupas, os relógios, etc., que podem se conectar à internet e oferecer funcionalidades, serviços, informações, etc., que podem facilitar, otimizar, divertir, etc., a vida dos usuários.
  • Internet das coisas industrial: é a categoria que envolve os objetos e dispositivos que são usados nos processos produtivos, como as máquinas, os equipamentos, os sensores, os robôs, etc., que podem se conectar à internet e realizar operações, monitoramentos, controles, etc., que podem aumentar a produtividade, a qualidade, a segurança, a eficiência, etc., das indústrias.
  • Internet das coisas urbana: é a categoria que envolve os objetos e dispositivos que são usados na gestão e na infraestrutura das cidades, como os semáforos, as câmeras, os postes, os lixeiros, etc., que podem se conectar à internet e fornecer dados, serviços, soluções, etc., que podem melhorar a mobilidade, a segurança, a sustentabilidade, etc., das cidades.
  • Internet das coisas humana: é a categoria que envolve os objetos e dispositivos que são usados na saúde e no bem-estar das pessoas, como os implantes, os wearables, os dispositivos médicos, etc., que podem se conectar à internet e prover dados, diagnósticos, tratamentos, etc., que podem melhorar a saúde, a qualidade de vida, a prevenção, etc., das pessoas.

Como funciona a internet das coisas na prática?

A internet das coisas na prática funciona por meio de uma rede de elementos que se conectam e se comunicam entre si, e que podem ser divididos em quatro camadas, de acordo com a função que desempenham:

  • Camada de percepção: é a camada que envolve os objetos e dispositivos que possuem sensores, que são capazes de captar dados do ambiente, como temperatura, umidade, luminosidade, movimento, som, etc., ou dos próprios objetos, como velocidade, posição, consumo, etc. Esses dados são enviados para a camada de rede, por meio de protocolos de comunicação sem fio, como wi-fi, bluetooth, NFC, etc.
  • Camada de rede: é a camada que envolve os meios de transmissão e os dispositivos intermediários, que são responsáveis por receber, encaminhar e distribuir os dados entre os objetos e os servidores, por meio da internet, de redes locais, de redes móveis, etc. Essa camada também pode realizar alguns processamentos e filtragens dos dados, para otimizar o fluxo e a qualidade das informações.
  • Camada de processamento: é a camada que envolve os servidores, as plataformas, os softwares, os bancos de dados, etc., que são responsáveis por armazenar, processar, analisar e gerenciar os dados recebidos dos objetos, por meio de técnicas de computação em nuvem, big data, inteligência artificial, etc. Essa camada também pode enviar comandos, instruções, configurações, etc., para os objetos, de acordo com as regras e os objetivos definidos.
  • Camada de aplicação: é a camada que envolve as interfaces, os aplicativos, os serviços, as soluções, etc., que são responsáveis por apresentar e disponibilizar os dados, as informações, as funcionalidades, etc., para os usuários finais, por meio de telas, painéis, smartphones, tablets, etc. Essa camada também pode permitir que os usuários interajam, controlem, personalizem, etc., os objetos e os dispositivos conectados.

Quais são as principais aplicações e benefícios da internet das coisas na prática?

A internet das coisas na prática tem diversas aplicações e benefícios, que podem variar de acordo com a categoria, o setor, a área, o objetivo, etc., que se pretende atender. Alguns exemplos são:

  • Internet das coisas de consumo: a internet das coisas de consumo pode proporcionar mais conforto, conveniência, entretenimento, segurança, etc., para os consumidores, por meio de objetos e dispositivos que podem ser controlados à distância, que podem se adaptar às preferências e aos hábitos dos usuários, que podem oferecer serviços e informações personalizados, etc. Alguns exemplos são: geladeiras que podem avisar quando os alimentos estão acabando, cafeteiras que podem preparar o café na hora programada, lâmpadas que podem mudar de cor e de intensidade, televisores que podem recomendar programas, carros que podem se comunicar com outros carros e com o trânsito, etc.
  • Internet das coisas industrial: a internet das coisas industrial pode proporcionar mais produtividade, qualidade, eficiência, segurança, etc., para as indústrias, por meio de objetos e dispositivos que podem realizar operações, monitoramentos, controles, etc., de forma automatizada, integrada, otimizada, etc. Alguns exemplos são: máquinas que podem se ajustar às condições de produção, equipamentos que podem enviar alertas de manutenção, sensores que podem medir a temperatura, a pressão, a vibração, etc., robôs que podem executar tarefas complexas, etc.
  • Internet das coisas urbana: a internet das coisas urbana pode proporcionar mais mobilidade, segurança, sustentabilidade, etc., para as cidades, por meio de objetos e dispositivos que podem fornecer dados, serviços, soluções, etc., para a gestão e a infraestrutura das cidades. Alguns exemplos são: semáforos que podem se adaptar ao fluxo de veículos e pedestres, câmeras que podem reconhecer placas e rostos, postes que podem regular a iluminação, lixeiros que podem avisar quando estão cheios, etc.
  • Internet das coisas humana: a internet das coisas humana pode proporcionar mais saúde, qualidade de vida, prevenção, etc., para as pessoas, por meio de objetos e dispositivos que podem prover dados, diagnósticos, tratamentos, etc., para a saúde e o bem-estar das pessoas. Alguns exemplos são: implantes que podem monitorar o funcionamento de órgãos, wearables que podem medir a frequência cardíaca, a pressão arterial, o nível de glicose, etc., dispositivos médicos que podem administrar medicamentos, etc.

Quais são os desafios e as tendências para o futuro da internet das coisas

A internet das coisas na prática, apesar de ter diversas aplicações e benefícios, também enfrenta alguns desafios e limitações, que precisam ser superados ou minimizados, para que seu potencial possa ser plenamente aproveitado. Alguns desses desafios são:

  • Segurança: a segurança é um dos principais desafios da internet das coisas na prática, pois envolve a proteção dos dados, dos dispositivos, das redes, dos sistemas, etc., contra ataques, invasões, fraudes, roubos, vazamentos, etc., que possam comprometer a privacidade, a confidencialidade, a integridade, a disponibilidade, etc., das informações e dos serviços. Para garantir a segurança da internet das coisas na prática, é necessário adotar medidas e práticas de segurança cibernética, como o uso de criptografia, autenticação, autorização, firewall, antivírus, etc., além de conscientizar e educar os usuários sobre os riscos e as precauções que devem ser tomadas.
  • Padronização: a padronização é outro desafio da internet das coisas na prática, pois envolve a definição de normas, protocolos, especificações, etc., que possam garantir a interoperabilidade, a compatibilidade, a qualidade, a confiabilidade, etc., dos objetos, dispositivos, redes, sistemas, etc., que compõem a internet das coisas na prática. Para promover a padronização da internet das coisas na prática, é necessário estabelecer uma cooperação e uma coordenação entre os diversos atores e setores envolvidos, como fabricantes, desenvolvedores, reguladores, consumidores, etc., além de acompanhar e se adaptar às inovações e às mudanças tecnológicas.
  • Escalabilidade: a escalabilidade é mais um desafio da internet das coisas na prática, pois envolve a capacidade de suportar e gerenciar o aumento do número, da variedade, da complexidade, etc., dos objetos, dispositivos, redes, sistemas, etc., que integram a internet das coisas na prática. Para assegurar a escalabilidade da internet das coisas na prática, é necessário investir em infraestrutura, em tecnologia, em recursos, etc., que possam garantir o desempenho, a disponibilidade, a eficiência, etc., dos serviços e das soluções oferecidos, além de monitorar e otimizar o uso e o consumo dos recursos.

Apesar dos desafios, a internet das coisas na prática também apresenta algumas tendências e oportunidades para o futuro, que podem ampliar e aprimorar suas aplicações e benefícios, e que podem trazer novas soluções e possibilidades para os usuários e para a sociedade. Algumas dessas tendências são:

  • Inteligência artificial: a inteligência artificial é uma tendência que pode potencializar a internet das coisas na prática, pois pode agregar capacidades de aprendizado, de raciocínio, de decisão, de adaptação, etc., aos objetos, dispositivos, redes, sistemas, etc., que compõem a internet das coisas na prática. A inteligência artificial pode tornar a internet das coisas na prática mais inteligente, mais autônoma, mais personalizada, mais dinâmica, etc., e pode oferecer serviços e soluções mais avançados, mais precisos, mais eficazes, etc., para os usuários e para a sociedade.
  • Computação em nuvem: a computação em nuvem é outra tendência que pode impulsionar a internet das coisas na prática, pois pode prover recursos de armazenamento, de processamento, de análise, de gerenciamento, etc., de forma remota, distribuída, escalável, etc., para os objetos, dispositivos, redes, sistemas, etc., que integram a internet das coisas na prática. A computação em nuvem pode facilitar o acesso, a integração, a colaboração, a atualização, etc., dos serviços e das soluções da internet das coisas na prática, e pode reduzir os custos, os riscos, os desperdícios, etc., dos recursos e da infraestrutura.
  • 5G: o 5G é mais uma tendência que pode alavancar a internet das coisas na prática, pois pode fornecer uma rede de comunicação sem fio de alta velocidade, de baixa latência, de alta capacidade, de alta confiabilidade, etc., para os objetos, dispositivos, redes, sistemas, etc., que compõem a internet das coisas na prática. O 5G pode melhorar a conectividade, a mobilidade, a qualidade, a segurança, etc., dos serviços e das soluções da internet das coisas na prática, e pode possibilitar novas aplicações e funcionalidades, como a realidade virtual, a realidade aumentada, o streaming, etc.

FAQ

O que é a internet das coisas na prática?

A internet das coisas na prática é a aplicação do conceito de internet das coisas em situações reais, que envolvem objetos, pessoas, processos, serviços, etc., que se comunicam e interagem entre si por meio da internet, gerando e trocando dados que podem ser usados para diversas finalidades.

Como funciona a internet das coisas na prática?

A internet das coisas na prática funciona por meio de uma rede de elementos que se conectam e se comunicam entre si, e que podem ser divididos em quatro camadas: a camada de percepção, que envolve os objetos e dispositivos que possuem sensores, que captam dados do ambiente ou dos próprios objetos; a camada de rede, que envolve os meios de transmissão e os dispositivos intermediários, que recebem, encaminham e distribuem os dados entre os objetos e os servidores; a camada de processamento, que envolve os servidores, as plataformas, os softwares, os bancos de dados, etc., que armazenam, processam, analisam e gerenciam os dados recebidos dos objetos; e a camada de aplicação, que envolve as interfaces, os aplicativos, os serviços, as soluções, etc., que apresentam e disponibilizam os dados, as informações, as funcionalidades, etc., para os usuários finais.

Quais são as principais aplicações e benefícios da internet das coisas na prática?

As principais aplicações e benefícios da internet das coisas na prática podem variar de acordo com a categoria, o setor, a área, o objetivo, etc., que se pretende atender. Algumas aplicações e benefícios são: mais conforto, conveniência, entretenimento, segurança, etc., para os consumidores, por meio de objetos e dispositivos que podem ser controlados à distância, que podem se adaptar às preferências e aos hábitos dos usuários, que podem oferecer serviços e informações personalizados, etc.; mais produtividade, qualidade, eficiência, segurança, etc., para as indústrias, por meio de objetos e dispositivos que podem realizar operações, monitoramentos, controles, etc., de forma automatizada, integrada, otimizada, etc.; mais mobilidade, segurança, sustentabilidade, etc., para as cidades, por meio de objetos e dispositivos que podem fornecer dados, serviços, soluções, etc., para a gestão e a infraestrutura das cidades; mais saúde, qualidade de vida, prevenção, etc., para as pessoas, por meio de objetos e dispositivos que podem prover dados, diagnósticos, tratamentos, etc., para a saúde e o bem-estar das pessoas.

Quais são os desafios e as tendências para o futuro da internet das coisas na prática?

Os desafios e as tendências para o futuro da internet das coisas na prática são: segurança, que envolve a proteção dos dados, dos dispositivos, das redes, dos sistemas, etc., contra ataques, invasões, fraudes, roubos, vazamentos, etc.; padronização, que envolve a definição de normas, protocolos, especificações, etc., que possam garantir a interoperabilidade, a compatibilidade, a qualidade, a confiabilidade, etc., dos objetos, dispositivos, redes, sistemas, etc.; escalabilidade, que envolve a capacidade de suportar e gerenciar o aumento do número, da variedade, da complexidade, etc., dos objetos, dispositivos, redes, sistemas, etc.; inteligência artificial, que pode agregar

Conclusão

A internet das coisas na prática é uma realidade cada vez mais presente e relevante na sociedade, que pode trazer diversas vantagens e oportunidades para os usuários, para os setores, para as áreas, etc., que se beneficiam de suas aplicações e soluções. Neste artigo, explicamos o que é a internet das coisas na prática, como ela funciona, quais são as principais aplicações e benefícios, e quais são os desafios e as tendências para o futuro. Esperamos que este conteúdo tenha sido útil e informativo para você, e que você possa conhecer e aproveitar as possibilidades e os benefícios da internet das coisas na prática.

Aviso Legal: Este artigo tem caráter informativo e não representa uma oferta ou recomendação de produto ou serviço. O autor não se responsabiliza pela veracidade, qualidade ou confiabilidade das informações apresentadas, nem pela contratação ou uso de qualquer produto ou serviço. Consulte sempre as especificações, as condições, os termos, as garantias, entre outros, antes de adquirir ou usar qualquer produto ou serviço.

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